Este será um espaço de partilha e de encontro dos Jovens do Arciprestado de Vieira do Minho. Participa com os teus comentários, testemunhos e outros contributos que aches úteis.
Segunda-feira, 27 de Novembro de 2006
Porque é que os cães não vivem tanto como as pessoas?

Vi esta história e achei uma daquelas que considero ser uma "pedra preciosa", leiam, releiam e meditem.

Sou veterinário e, recentemente, fui chamado para examinar um cão da raça Wolfhound Irlandês chamado Belker.
Os proprietários do animal, Ron, a sua mulher Lisa, e o filho Shane, eram todos muito ligados ao Belker e esperavam por um milagre.
Examinei o Belker e descobri que ele estava a morrer com cancro.
Eu disse à família que não haveria milagres no caso de Belker, e ofereci-me para proceder à eutanásia do velho cão lá mesmo em casa deles.
Enquanto fazíamos os arranjos, Ron e Lisa disseram-me que estavam a pensar se não seria bom deixar que Shane, de quatro anos de idade, observasse o procedimento.
Eles achavam que Shane poderia aprender algo com a experiência.

No dia seguinte, eu senti aquele familiar "aperto na garganta" enquanto a família do Belker o rodeava para o mimarem pela última vez.
Shane, o menino, parecia tão calmo, acariciando o velho cão, que eu perguntei-me se ele entenderia o que se estava a passar.
Passados poucos minutos, Belker foi-se, pacificamente.
O garotinho parecia estar a aceitar a transição de Belker sem muita dificuldade ou confusão.

Sentámo-nos todos juntos, um pouco após a morte de Belker, pensando alto sobre o triste facto da vida dos animais ser mais curta que as dos seres humanos.
Shane, que tinha estado a escutar em silêncio disse:
"Eu sei porquê".
Abismados, voltámo-nos para ele. O que saiu da sua boca assombrou-me. Eu nunca ouvira uma explicação tão reconfortante.

Ele disse:-"As pessoas nascem para aprenderem a ter uma vida boa, a gostarem das outras pessoas e a serem bem comportadas, certo?" ...e o rapazinho de quatro anos continuou... "Bem, os cães já nascem a saber fazer isso, portanto não precisam de ficar cá tanto tempo como nós."

Enfim, coisas da vida ...



publicado por Padre às 15:48
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Os jovens e a felicidade.

Onde a buscam? Onde a encontram?



A estas perguntas responde o sociólogo Javier Elzo num novo livro. O catedrático da Universidade de Deusto afirma que os jovens espanhóis do século XXI relacionam a felicidade «com a adopção de valores altruístas e com a rejeição dos comportamentos que não são cívicos».

Neste seu livro «Os jovens e a felicidade», recém-publicado pela editora PPC, é analisado «até onde os jovens estão contentes com a sua vida, o que mais lhes agrada, se eles se cansam ou não, numa palavra, se são ou não felizes», segundo assinalou seu autor na apresentação do volume enviado em um comunicado de imprensa.

Elzo realizou um importante trabalho de recompilação de dados de diversos estudos e pesquisas realizados durante os últimos seis anos, e levou a cabo uma análise em profundidade do significado destes dados com o fio condutor da felicidade. O autor destacou entre as conclusões do estudo que «os jovens que somente pensam em festas, bebem e consomem drogas até que o corpo ou o bolso aguentar estão manifestamente menos contentes com suas vidas que os jovens que sabem aliar os momentos de festa com o trabalho, o estudo, o desporto ou, simplesmente, a vida quotidiana do dia seguinte».

Neste sentido, sublinhou que «enfastiam menos porque o sentido de sua vida está muito além da mera aventura sem limites. Mas cuidado! Um jovem que não se relaciona com amigos, vive retraído e fechado em seu mundo, ainda que não fume, nem beba, nem use droga alguma, não é tampouco um jovem feliz, em absoluto. Também -- acrescentou -- fatores como pensar no futuro e preparar-se para isso, ter dinheiro controlado no bolso, boas relações em casa, bons amigos (não somente companheiros) e não ter necessidade dos chats para estar com desconhecidos, assim como uma aceitação crítica das instituições, também se correlacionam positivamente com a felicidade».

Conclui o livro sustentando que «a ideia socrática de felicidade aliada à virtude e à justiça, e a quinta-essência do cristianismo como caridade..., no final, parece ser, inclusive empiricamente falando, o mais certeiro, o que, em maior grau, explica que uns sejam mais felizes que outros».
Resumido de ZENIT


publicado por Padre às 14:56
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Laudes
Louvados aqueles que não se fecham, porque tudo acaba em si, e só a abertura permite a larva espreitar a borboleta.

Louvados os que procuram a luz lá fora, a noite dos saberes, a deflagração do coração.

Louvados os que a verdade acode, transbordando-os de ignorância, pequenos e felizes como a gota de chuva marítima.

(Meu deus, porque sois bom, tenho muita pena de vos ter ofendido. Ajuda-me a não tornar a pecar.)

Louvadas as lágrimas que limpam a dor, e a aumentaram.

Louvados os lobos que ganindo lamberam o medo, e o pastor que os amou. Louvados os anjos que acorreram à chamada.

Louvada a mãe que nos trouxe à terra, que por nós se descalçou e atravessou o vidro e o fogo.

Louvada a boca que sustém o vento, louvada a barca do seu canto, louvada.

Louvado o lixo que nos constrói, e a língua que o destrói.

Louvadas as estrelas da noite e os carris do cansaço. Louvadas as viagens sem caminhos, os brinquedos e as cerejas.

Louvada a morte que nos orienta, o sangue das baratas adormecidas nos prédios, louvada a morte.

Louvada a palavra que nunca ouvimos, louvado o pai dos nossos dias, o chão que não sabemos pisar.

Louvados o escaravelho, a âncora e o batel. Louvadas as asas daquele que esteve em fuga nos nossos passos, louvado o pão que nos sustém.

Louvada a tua mão na minha, meu amor, louvada onde de tudo me protejo.

Louvada a bonança que não exclui a tempestade, louvado o acolhimento do estranho no caminho.

Louvada a espera.

Louvado o acto.

Louvado Deus em tudo e para sempre, amen.


publicado por Padre às 14:45
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A juventude na Igreja

“ A missa é uma seca!”, “ a missa é sempre a mesma coisa!”, “ eu nunca vi Deus portanto não acredito em nada disso!”. Muitas justificações e expressões deste tipo e muitas outras são pronunciadas ou formuladas pelos jovens. Cada vez mais se sente o afastamento dos jovens da Igreja. Os jovens orientam-se para outros tipos de culturas, muitas vezes culturas de vícios nefastos não só para a saúde como para o próprio ser social. Enumerámos algumas dessas culturas na moda, como por exemplo; a televisão em nível de consumo excessivo, jogos de vídeos, os computadores, a Internet embora seja no entanto o meio de comunicação de divulgação em escala muito larga e útil, pois é pela Internet que todos vós estais a ler estas linhas, as saídas nocturnas, as discotecas, o bares e cafés e tantas outras vias pelas quais os jovens preferem se orientar e fazer disso modelo de vida.
Mas felizmente nem tudo está perdido, temos sinais concretos e significativos hoje em dia perante uma sociedade que cada vez mais precisa de soluções mais eficazes para se resolver certos problemas difíceis de se dissolverem. São exemplo disso, por exemplo, as “Jornadas da Juventude”. É um sinal muito importante da participação activa dos jovens na Igreja. Os jovens acólitos, os coros juvenis, os encontros de jovens, os retiros, são todo um conjunto de actividades onde se demonstra a plena participação activa da juventude na Igreja, no mundo eclesiástico. E aos jovens que pensam ou que acham que tudo isto é uma perda de tempo, digo-vos, só custa é começar, aliás que estas actividades estão isentas de dificuldades, estão sim imbuídas (repletas) de espírito de amizade, de amor, de fraternidade e principalmente do Espírito de Deus e d’Ele próprio. Portanto jovens, como eu o sou também, não perdeis tempo aliás, só ficais a ganhar em todos os campos.
E para se ganhar a juventude procede-se como se de um grande incêndio se tratasse, quando o fogo não dá tréguas enfrenta-se com o próprio fogo, o chamado “contra-fogo”. Para acolher e convidar os jovens a participar nada melhor do que fazê-lo através da própria juventude.
Portanto deixai-vos contagiar pelos vossos amigos da mesma idade, ou até mais velhos, que outrora Deus também Ele contagiou para os seu serviço. “A seara é grande e os trabalhadores são poucos”. Vereis que vos tornareis mais fortes, pois não há nada mais seguro ou de mais fiável do que aquilo que vem do alto. Fiar-se demasiadamente naquilo que é humano, finito, material e supérfluo, não realiza plenamente o Homem, só o faz temporariamente e depois acaba. Merecemos algo de mais seguro e eterno, que permaneça sempre ao nosso lado e que nos dê confiança e quem melhor do que Deus para o ser, seja nos momentos difíceis seja nos momentos maravilhosos e felizes da nossa existência em crescimento, da nossa vida. Através deste caminho, “um grande crescimento efectuado, um grande futuro avistado”, para todos.

Um grande abraço em Cristo
Firmino Pinto Igreja

in: Seminarium



publicado por Padre às 14:41
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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2006
Visitas pastorais
Na palestra de Outubro, realizada com a presença do bispo auxiliar de Braga, D. Antonino Dias, foi marcado o calendário das visitas pastorais ao arciprestado de Vieira do Minho que decorrerão de 2 de Dezembro a 28 de Janeiro com seguinte ordem:
Salamonde, dia 2 de Dezembro;
Ruivães e Campos 3/12;
Anjos, 8/12;
Tabuaças, 9/12;
Anissó e Soutelo, 10/12;
Agra, 16/12;
Rossas, 17/12;
Eiravedra: 6/01/2007;
Louredo e Ventosa: 7/1/07;
Guilhofrei:13/01/07;
Mosteiro: 13/01/07;
Vieira do Minho: 14/01/07;
Pinheiro e Vilarchão: 14/01/07;
Parada de Bouro: 20/01/07;
Cantelães: 20/01/07;
Caniçada e S. João da Cova: 21/01/07
e Soengas: 28/01/07.
A hora e o programa das visitas será acordado em encontro prévio de cada pároco com o bispo visitador, prevendo-se as 15 ou 15,30 horas para as realizadas ao Sábado e as 10 horas para as de Domingo.  



publicado por Padre às 00:44
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Visitas Pastorais ao Arciprestado


publicado por Padre às 00:36
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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2006
Happy Birthday

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publicado por Padre às 18:22
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Sábado, 11 de Novembro de 2006
ECOGRAFIA - 10 Semanas

http://apfn.ficheirospt.com/documentario/10semana.wmv


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publicado por Padre às 23:14
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