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Segunda-feira, 27 de Novembro de 2006
Os jovens e a felicidade.

Onde a buscam? Onde a encontram?



A estas perguntas responde o sociólogo Javier Elzo num novo livro. O catedrático da Universidade de Deusto afirma que os jovens espanhóis do século XXI relacionam a felicidade «com a adopção de valores altruístas e com a rejeição dos comportamentos que não são cívicos».

Neste seu livro «Os jovens e a felicidade», recém-publicado pela editora PPC, é analisado «até onde os jovens estão contentes com a sua vida, o que mais lhes agrada, se eles se cansam ou não, numa palavra, se são ou não felizes», segundo assinalou seu autor na apresentação do volume enviado em um comunicado de imprensa.

Elzo realizou um importante trabalho de recompilação de dados de diversos estudos e pesquisas realizados durante os últimos seis anos, e levou a cabo uma análise em profundidade do significado destes dados com o fio condutor da felicidade. O autor destacou entre as conclusões do estudo que «os jovens que somente pensam em festas, bebem e consomem drogas até que o corpo ou o bolso aguentar estão manifestamente menos contentes com suas vidas que os jovens que sabem aliar os momentos de festa com o trabalho, o estudo, o desporto ou, simplesmente, a vida quotidiana do dia seguinte».

Neste sentido, sublinhou que «enfastiam menos porque o sentido de sua vida está muito além da mera aventura sem limites. Mas cuidado! Um jovem que não se relaciona com amigos, vive retraído e fechado em seu mundo, ainda que não fume, nem beba, nem use droga alguma, não é tampouco um jovem feliz, em absoluto. Também -- acrescentou -- fatores como pensar no futuro e preparar-se para isso, ter dinheiro controlado no bolso, boas relações em casa, bons amigos (não somente companheiros) e não ter necessidade dos chats para estar com desconhecidos, assim como uma aceitação crítica das instituições, também se correlacionam positivamente com a felicidade».

Conclui o livro sustentando que «a ideia socrática de felicidade aliada à virtude e à justiça, e a quinta-essência do cristianismo como caridade..., no final, parece ser, inclusive empiricamente falando, o mais certeiro, o que, em maior grau, explica que uns sejam mais felizes que outros».
Resumido de ZENIT


publicado por Padre às 14:56
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